dicas

Antes de adquirir um animal de qualquer espécie, você deve informar-se sobre o tamanho que o mesmo ficará na idade adulta.
Fique atento para os seguintes “detalhes”:

Importante saber se o proprietário terá um local adequado para colocá-lo, depois de adulto.

As principais doenças características da raça ou espécie;

Os cuidados como:
Alimentação ;
Vacinação ;
Educação;
Temperamento(para que haja um bom e prolongado convívio entre ambos).

Procure um Veternário para fazer essa escolha, pois você deve lembrar que será o responsável por essa nova vida que está entrando em sua família, por pelo menos 12 anos . Faça-a de maneira
consciente e responsável.

Síndrome Urológica Felina
A Síndrome Urológica Felina (SUF) é uma doença que atinge aproximadamente 10 % dos gatos, mas quando ocorre pode por a vida do animal em risco. Não há preferência por sexo, mas os machos tem uma maior tendência em desenvolver a doença devido ao maior comprimento de suas uretras. Os animais mais atingidos estão numa idade entre 2 e 6 anos, em média.

A causa da doença ainda é discutida, apesar de alguns veterinários acharem que gatos gordos, com pouca atividade física e com alimentação muito seca tem uma maior tendência a desenvolver a SUF.

Os principais sintomas desta síndrome são:

Dor intensa ao urinar, acompanhada de dificuldade ou ausência total de micção; O gato urina com maior frequência, mas em quantidade muito pequena; Presença de sangue na urina; O gato pode urinar em locais dentro de casa, mesmo quando está acostumado a urinar num lugar específico.

É esta mudança de comportamento que geralmente faz o proprietário levar o animal ao veterinário, pois é o que incomoda.

A síndrome urológica felina pode estar associada a uma cistite (inflamação da bexiga), a presença de cálculos, ou qualquer outra infecção bacteriana ou viral do trato urinário.

No entanto, o maior perigo da SUF é quando o animal deixa de urinar. Além do acúmulo de urina na bexiga, podem surgir pequenos cristais, chamados de cálculos na uretra do animal devido a pouca urina que sai. Estes cálculos podem bloquear completamente a passagem e, mesmo que o gato tente, não consegue urinar.

A SUF deve ser tratada rapidamente, cabendo ao veterinário avaliar qual o melhor tratamento para cada caso. Geralmente é essencial que o animal elimine a urina. Para isso o veterinário pode optar por massagear o abdômen do gato na tentativa de estimular a vontade de urinar ou passar uma sonda uretral. A uretra dos gatos é muito estreita e os animais são muito agitados; por isso pode ser necessário anestesiar o gato.

Uma vez eliminada pelo menos parte da urina, segue-se uma hidratação através da administração de soro e receite-se um anitibiótico e/ou antiinflamatório. Em alguns casos o veterinário pode querer internar o gato para que possa verificar seu estado várias vezes por dia. Isso tudo vai depender do quadro de cada animal.

Em casos crônicos em machos é possível realizar uma cirurgia para facilitar a passagem da urina e impedir a formação de cálculo. Mas esta cirurgia pode trazer complicações como incontinência urinária, sangue na urina, além de maior risco de cistites por causas diversas.

Geralmente gatos que sofrem da síndrome urológica felina devem ter sua dieta alimentar alterada. Estas alterações incluem:

Dar ao gato água limpa e trocada várias vezes por dia; Oferecer rações que não tenham acidificantes ou altos índices de Magnésio. Já existem rações específicas com baixos teores de minerais, justamente para gatos com SUF; Ofercer quantidades pequenas de alimento para o gato para que ele não engorde demais.

Além disso, gatos que não tem hábito de se exercitar devem ser encorajados a brincar mais, principalmente com brinquedos próprios para esta espécie.

Animais debilitados, estressados e inativos estão mais sujeitos à Síndrome Urológica Felina, por isso mantenha seu gato sempre saudável.

Seu melhor amigo na melhor idade.

A velhice é uma fase em que o seu cão precisa de uma atenção diferente. Ele fica mais lento, seu corpo não responde mais como antes e ainda pode precisar de alguns cuidados especiais. A idade varia dependendo da raça. Raças grandes e gigantes podem começar com os sinais a partir dos 06 anos, enquanto que raças menores ou sem raça definida podem começar a partir dos 08 anos.

Nesta fase, o cérebro do cão começa a envelhecer. Desta forma, existe um declínio na função cognitiva – memória, aprendizado, percepção e consciência – além de perder algumas funções como olfato, visão e locomoção. Por isso, o dono de um cão idoso precisa ter muita paciência. Talvez o cão não corra mais como antes, não faça tanta festa como antes. Talvez ele consiga apenas ficar por perto e fazer uma caminhada curta pela rua.

Conforme esta fase se aproxima, o dono precisa redobrar os cuidados e levar o cão ao veterinário com maior frequência, para que seja possível detectar o mais breve possível algum sinal de alteração que pode ser amenizado se for tratado logo. Doenças como artrite, câncer e catarata são comuns nesta idade. Dar uma boa qualidade de vida ao animal no final de sua vida é essencial.

O peso do cachorro também influencia bastante na qualidade dos últimos anos de vida do animal. Um cão com o peso ideal pode viver mais e ter menos problemas de saúde quando idoso. Controle bem a alimentação do seu animal de estimação. Não deixe comida à vontade, controle o peso com ajuda de um veterinário.

Além disso, algumas mudanças comportamentais também podem ser observadas no cão idoso: latidos excessivos, alteração de apetite, xixi e cocô no lugar errado, ansiedade de separação, medo e até mesmo agressividade. O cachorro fica mais dependente das pessoas, não consegue mais controlar os esfíncteres, fica mais resistente a qualquer alteração ambiental. Por isso, a probabilidade de um problema comportamental surgir ou se agravar é muito grande.

Pode ser que o animal não consiga mais andar até onde costumava fazer xixi e cocô. Pode ser que sinta mais frio, já que seu metabolismo diminui.Pode ser que não seja mais tão paciente com brincadeiras de crianças ou de outros cães. Ou até mesmo que ele passe muito mais tempo dormindo do que brincando.

Desta forma dono precisa pensar no conforto do seu cão. Deixe sua cama mais confortável, num lugar mais próximo do banheiro. Não o deixe em pisos escorregadios, pois suas articulações não são como antes. Estimule seu cão com brincadeiras adequadas para que ainda tenha alguma atividade divertida. Controle as crianças e os outros cães da casa, pois eles não podem mais brincar da mesma maneira do que antes.

E lembre-se: consulte sempre um veterinário e um especialista em comportamento antes de ter alguma atitude com seu cão

Com a tabela abaixo você poderá identificar a idade que seu pet se encontra e conversar com o seu veterinário qual o melhor conduta para prolongar, com saúde, a vida do seu pet.

tabela